Cinema e Argumento

Melhores de 2007 – Edição/Mixagem de Som

– O Ultimato Bourne –

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O fator que mais torna a ação de O Ultimato Bourne empolgante é a direção do super competente Paul Greengrass. Mas é inegável que o som e os efeitos sonoros também são essenciais para que tudo flua de forma rápida e impressionante nos momentos específicos. Na trilogia de Bourne, é nesse capítulo onde o som tem maior presença, deixando o espectador até mesmo desnorteado (no bom sentido) com suas explosões, corridas e lutas. A trilha sonora também merece destaque por ser perfeita para o frenético ritmo da trama. Além de ser o melhor filme do ano, O Ultimato Bourne, com todos os méritos, possue o melhor som e os melhores efeitos sonoros do ano. A melhor opção em filmes de ação.

OUTROS INDICADOS:

rata.jpgRatatouille. Cada barulho feito pelos personagens adoráveis de Ratatouille são hipnotizantes, sejam os tiros de espingarda, os passos ou os pratos caindo. Os sons se aproximam da perfeição quando traduzem para tela os movimentos de cada personagem. Certamente um grande destaque do ano.

piratas.jpgPiratas do Caribe – No Fim do Mundo. Como disse em minha resenha, esse é o pior dos três, além de ser muito monótono e decepcionante. Porém, é o mais bem acabado no setor técnico, especialmente no auditivo. Quem viu o filme em uma boa sala de cinema, sabe como Piratas do Caribe evoluiu nesse quesito.

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Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho. Nesse quesito os musicais sempre se superam, e não foi diferente com Dreamgirls, que com suas vozes poderosas e músicas contagiantes conseguiu envolver os ouvidos do espectador que teve a oportunidade assistir a esse show para os ouvidos no cinema.

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Homem Aranha 3. Uma enorme decepcão mas que, assim como Piratas do Caribe – No Fim do Mundo, aperfeiçoou-se no lado técnico. Os sons receberam melhor tratamento, especialmente nas cenas de batalha. Ainda que não seja um trabalho excelente, conseguiu se destacar entre os melhores lançados neste ano.

Melhores de 2007 – Direção de Arte

– Maria Antonieta –

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Toda a grandiosidade do palácio de Versalhes foi meticulosamente retratada na soberba direção de arte de Anne Seibel no último filme de Sofia Coppola. O conjunto todo é realmente impressionante e vibrante visualmente, como há muito tempo não se via em um filme de época. Esse é um dos muitos fatores que faz com que o visual de Maria Antonieta impressione tanto durante toda seu desenvolvimento Injustamente ignorada pelo Oscar, a direção de arte é muito superior  a do vencedor do ano, O Labirinto do Fauno. Além desse quesito técnico, a produção também merece grande destaque por seus lindos figurinos e pela impecável maquiagem. O trabalho técnico da produção merecia um prêmio por todo o conjunto estético, que realmente é digno de aplausos.

OUTROS INDICADOS:

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Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho, por Tomas Voth. Se as canções do filme não conseguem chegar nem perto do brilhantismo das de Moulin Rouge!, ao menos seu lado técnico não fica atrás. Extremamente colorida, a direção de arte é um atrativo para os olhos, conseguindo ser adorável e encantadora.

rainha.jpgA Rainha, por Alan MacDonald. A direção de arte de A Rainha é admirável. Sejam os cenários do palácio, da casa real, as decorações. Assim como todo o filme, consegue ser na medida, trazendo um grande atrativo para a história e para o público, que fica curioso com o visual interior dos bastidores da monarquia inglesa.

spray.jpgHairspray – Em Busca da Fama, por Dennis Davenport. Os anos 6o foram transmitidos de forma muito charmosa pela direção de arte de Hairspray. Não é nada de impressionante, como a maior parte dos musicais recentes, mas conquista pela simplicidade das decorações, das cores e dos desenhos; tudo sem exageros visuais.

Harry Potter e a Ordem da Fênix, por Alastair Bullock, Gary Tomkins, Andrew Snow e Mark Bartholomew. Sempre fui fã da direção de arte dessa série, mas ela conseguiu se aperfeiçoar ainda mais nesse último volume, com a inclusão do sombrio Ministério da Magia e com a sala de Dolores Umbridge, entre outros.